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Vídeo

Vida com mais satisfação? Pergunte-me como!!

29 jul

Inspiração vem de inspirar! Inspirar é trazer para dentro de si vida! O novo vídeo fala sobre a importância de cultivar a inspiração e de questionar-se de que forma você está inspirando as pessoas e o mundo ao seu redor! Espero que o vídeo seja inspirador e te ajude a ter mais clareza em relação às situações, ações, momentos ou pessoas que podem tornar sua vida melhor! E eu quero saber quais são as suas maiores inpiraçãoes! Por favor, participe e deixe um comentário aqui no blog! Beijo no coração e Namastê!

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Snow Patrol

29 set

Eu não sei vocês, mas para mim, umas das melhores sensações da vida é se apaixonar por uma banda ou um CD. A alegria de descobrir cada verso da música, de perceber que a letra é tão incrível quanto a melodia e o prazer de ouvir o cd no repeat por semanas e semanas, sem enjoar.

Eu conheci  a banda escocesa Snow Patrol em 2006, por causa da série Grey´s Anatomy, que colocou a música Chasing Cars (linda de doer) no episódio de final de temporada mais marcante da série ( aquele que o Denny Duquete morre, para quem acompanha). Poucos meses depois a música Open Your Eyes estourou no Brasil, foi remixada numa versão dance e se você esteve nesse planeta nos últimos 6 anos, com certeza deve saber até cantar.

Mas tocou tanto tanto tanto, que eu não queria mais ouvir falar da banda e abandonei, até umas semanas atrás. Resgatei o álbum de 2006 ( Eyes Open) e me apaixonei. Gosto dele do começo ao fim ( quer dizer, tirando a música Open Your Eyes que realmente não dá mais para ouvir) e não consigo escutar outra coisa. Vício total.

Ainda nem baixei os álbuns mais recentes, mas pelo que tenho visto no you tube acho que não vou ficar desapontada. Então fica aqui minha dica musical.

Enjoy!

Foi bem difícil escolher um vídeo, porque nem sei qual música gosto mais. Veja o que acham e me contem depois!

Don´t Get Me Wrong

24 jan

Não vou tentar enganá-los. Esse post é uma tentativa de amenizar a falta de posts de minha autoria nesse humilde blog. A vida está corrida, mudei de emprego, meu filho está de férias e neste exato momento estou no Rio de Janeiro (e bem longe da praia). Mas prometo que para a felicidade geral da nação ( ou não) assim que fevereiro começar eu volto com toda força.

Escolhi essa música do Pretenders (1986) que acho a coisa mais fofa desse mundo. Não consigo parar de cantar e me imaginar num videoclipe. Se eu a tivesse conhecido quando tinhas uns 16 anos ela teria sido meu hino, hahaha. Também adoro a Chrissie Hynde e seu jeitão todo peculiar de ser. Confiram o clipe para entender o que estou querendo dizer.

Enjoy!

 

A letra:

 

Don’t Get Me Wrong

Don’t get me wrong
If I’m looking kind of dazzled
I see neon lights
Whenever you walk by

Don’t get me wrong

If you say hello and I take a ride
Upon a sea where the mystic moon
Is playing havoc with the tide
Don’t get me wrong

Don’t get me wrong

if I’m acting so distracted
I’m thinking about the fireworks
that go off when you smile

Don’t get me wrong

if I split like light refracted
I’m only off to wander
across a moolit mile

Once a while

two people meet

seemingly for no reason
they just pass on the street
Suddenly thunder showers everywhere
who can explain the thunder and rain
but there’s something in the air

Don’t get me wrong

if I come and go like fashion
i might be great tomorrow
but hopeless yesterday

Don’t get me wrong

if i fall in the mode of fashion
it might be unbelievable
but let’s not say so long
it might just be fantastic
don’t get me wrong
Na minha busca youtubística achei essa versão de Creep ( clássica do Radiohead) by Chrissie Hynde  que também é bem legal.

À procura do setlist perfeito

6 dez

Meus pais não são muito ligados em música. Para vocês terem uma ideia, o aparelho de som na casa deles é de 1993. Isso mesmo. E nem foi uma aquisição feita originalmente por eles. Era do meu irmão, passou para mim e sobrou para eles. E o toca cds não funciona mais. Então todas as festas familiares deixam a desejar neste quesito. A gente tem que ficar ouvindo o som da televisão, graças a uns 5 ou 6 dvds de shows que estão lá desde que o mundo é mundo. Aí tem meu irmão, que é muito legal, mas só sabe ouvir Chiclete e Ivete. E axé para mim cai como uma luva, desde que eu esteja bêbada E/OU em cima de um trio. E em festas como o Natal, por exemplo, eu não estou nem uma coisa, nem outra.

Quando o tocador de cds ainda funcionava eu cheguei a levar meu case e tentar derrubar o reinado axezeiro. Mas nunca consegui acertar. Ficava mais de 15 minutos para escolher um cd e quando escolhia bastavam duas músicas para eu mesma achar  inadequado e alguém que partilhava da minha opinião substituir o cd do Strokes/Pearl Jam pelo do Chiclete Ao Vivo ( quem será?) ou então do Andrea Bocelli. Pois é. Não deve ser nada fácil a vida de um DJ.

Na reunião com as amigas a mesma coisa. Por  algum motivo que me escapa, nunca pensamos na música antes da festa, só lembramos quando já estamos lá, aí  acabo tentando resolver a situação sem planejamento algum e geralmente não dá muito certo. É impressionante. Posso estar totalmente in love com uma banda/música, de passar o dia inteiro com ela no  volume máximo, sabe? E vou colocá-la pra tocar,  toda feliz achando que vai arrasar, mas a galera D-O-R-M-E.  Incrível.

A Adele, por exemplo, faz o maior sucesso no mundo inteiro e no meu Ipod, mas na hora H as pessoas só conseguem ouvir uma música e depois são consumidas por um sono avassalador. E assim é com todos os meus favoritos : Amy Winehouse, Joss Stone, Ben Harper, etc.  Até do Eric Clapton a galera conseguiu reclamar. Se eu passo para o rock´n´roll , também não dura duas músicas sem reclamação.

Na nossa última confraternização de fim de ano, depois de trocar 5 vezes de música/banda/estilo em 10 minutos, estava quase desligando o som quando resolvi apelar e botei Legião. Escutei uns três gritinhos. Ok, Legião também não é a coisa mais animada do planeta, mas o pessoal adora cantar. E lembrar do que fazia na época. Fica todo mundo nostálgico, levantando os bracinhos e cantando aos berros. Acertei na mosca!

Então pensei comigo: se eu descobrisse mais umas cinco ou seis opções, dessas infalíveis, que animam da minha avó à minha amiga mais descoladinha, podia repensar minha carreira de DJ. Só que eu não consegui pensar em mais nada. Então tive o insight da minha vida: eu nunca vou poder ser DJ. Taí uma coisa que não sei fazer. Colocar música pra galera.  Mas seria legal  poder escolher umas músicas animadas para essas situações de emergência, então tive a ideia de pedir ajuda aos universitários. Fiz um apelo no Facebook e com as respostas de alguns amigos bolei o que deve ser o SETLIST perfeito para agradar gregos e troianos. Só falta testar.

Setlist para animar a festa

  • Flashback
  • Funk anos 70
  • Rock anos 80 ( nacional  –  Blitz e internacional – Depech Mode)
  • Jorge Benjor ( quando ainda era Ben)
  • Gloria Gaynor
  • ABBA
  • Legião Urbana
  • Madonna – anos 80
  • Beatles

E você, tem alguma sugestão?

Lobão – o louco sensível

21 set

Para quem acompanhou a trajetória de Lobão com certo distanciamento, como eu, o livro autobiográfico ( Lobão: 50 anos a mil) traz revelações incríveis.

A vida de Lobão rendeu um livro  de mais de 500 páginas,  são tantas passagens e loucuras que em alguns momentos parece inverossímel. Aí entra o trabalho do jornalista Claudio Tognolli, que anexou ao relato documentos e matérias que comprovam as histórias narradas pelo músico.

Eu não sabia ( ou tinha esquecido) que ele fez parte da primeira formação da banda Blitz , mas acabou saindo antes do lançamento do disco.  Lobão começou a tocar aos 3 anos e aos 17 virou músico profissional.  Apesar de muito louco em todos os sentidos, o cara é brilhante como músico e conhecer sua trajetória é também conhecer a trajetória do rock brasileiro dos anos 80 e 90.

Apesar de seus hits ( Me chama, Vida Bandida, Rádio Blá, etc), o músico parece ter sofrido uma espécie de maldição e nunca conseguiu estourar nas vendas de seus discos. No livro dá pra entender a jornada da criação de seu selo independente e até simpatizar com a causa.

Ele também explica a antiga pendenga com Herbert Vianna de forma madura e lúcida. Assim como todas as outras polêmicas, como a prisão, as brigas com as gravadoras  e com as bandas da qual fez parte. Desfaz a imagem caricatural de Lobo Mau- brigão e polêmico- para mostrá-lo na verdade como um cara genial e doce, cujo único mal  foi ter sido muito louco ( hoje não usa mais drogas pesadas).   Além disso, mostrou o lado romântico incurável, já que Lobão passou anos se apaixonando perdidamente, emendando um relacionamento no outro, até encontrar a mulher da vida dele, Regina, com quem está casado até hoje.

Devorei o o livro ( na versão digital TOSCA da Saraiva -cheia de bugs) em 4 dias.  Mas tenho algumas reclamações a fazer. Na minha opinião faltou um editor. A narração pula de uma história para a outra sem aviso. Informações de datas dadas pelo autor em uma história, são desmentidas em seguida pelas matérias anexadas.  Ele mesmo se confunde e se perde no tempo, uma hora diz que foram três semanas, outra que foi numa semana só. Não consegui até agora saber quanto tempo ele ficou preso, pois no livro há umas três versões. Além disso, muita informação é jogada, incompleta,  e a gente tem que preencher as lacunas no youtube ou no google . É como se estivéssemos dentro do cérebro doidão do músico, que dispara sua metralhadora de pensamentos sem pausa.

Além disso, muitas matérias anexadas falam exatamente a mesma coisa, o recurso acaba cansando.

Ainda assim, é leitura recomendada para quem gosta de rock ou quer saber mais sobre a música nos anos 80 e 90.

Curiosidades:

– Lobão namorou a Monique Evans

– Ele tentou se matar mais de uma vez

– Quando João Gilberto ligou para ele pedindo para regravar o sucesso Me Chama, ele estava completamente chapado e quase não entendeu a conversa

– Lobão se apresentou no Faustão no domingo de eleições presidenciais em 89 e cometeu um crime eleitoral ao pedir ao público que votasse no Lula

– Foi ele que criou o nome Blitz para a banda

– Ele foi apaixonado pela Marina Lima, mas por motivos óbvios não rolou nada

– Esse clipe abaixo foi gravado pela Globo no tempo que Lobão passou preso por porte de drogas

E aqui o vídeo dele no Faustão

Hurt by Jonnhy Cash

13 set

Não sei o que está acontecendo. Não tenho inspiração para escrever nem duas linhas.

Em tempos assim, me refugio na música. E descobri essa versão de Hurt, do Nine Inch Nails, gravada por Jonnhy Cash. Salvou o dia, a semana e o mês. Coisa linda de doer.

Aproveitem!

” You are someone else.

I´m still right here”

Legião Day

6 set

Sempre ouvi dos mais rockers e entendidos de música que Legião Urbana era meio baba, que só precisa de dois acordes para tocar e blá blá blá. Eu não entendo nada de música, mas tenho certeza que independente de quantos acordes existem em suas músicas, pouquíssimas bandas de rock brasileiras atravessaram gerações como o Legião ( ok, sei que o certo é no feminino, mas não consigo, me soa muito estranho).

Todo mundo sabe ao menos uma música deles de cor. É instintivo. Eu sei quase todas. E não tô nem aí para o que dizem, para o que é hypster ou hype no mundo da música. Eu A -D-O-R-O   Legião. Falar que o Renato Russo é um poeta e cair no óbvio, eu sei, mas dá para dizer que ele foi um letrista comum?

As músicas e as letras do Legião Urbana foram o background da minha adolescência. Tudo que fiz dos 13 aos 18 anos teve a banda como trilha sonora.  Faz parte de quem sou, da minha história.  E ouvi-los me traz um caminhão de nostalgia. Mas uma saudade boa, lembranças doces e que enchem o coração de alegria, pois significam que eu vivi!

Eu sou da época que saber a letra de Faroeste Caboclo inteirinha era o mais cool que alguém podia chegar a ser!   Saber Eduardo e Mônica também ganhava pontos na escala social. Tem música que levanta o astral, tem música que dá vontade de chorar.

Fico bastante tempo sem ouvir, mas quando ouço uma só música, já dá vontade de ouvir e cantar todas as outras. E é o que estou fazendo hoje. Declarei o Legião Day aqui no meu home office.

Então é isso, estou sem inspiração alguma para um post elaborado e como acordei ouvindo todos os CDs do Legião, estou contaminada e deu vontade de compartilhar.

Para mim essa letra é a coisa mais linda do mundo!

Enjoy e bom feriado.

Índios

 

Aquió, tem um post bem divertido sobre legião, me rendeu boas risadas: http://vidaordinaria.com/2010/09/entendendo-legiao-urbana/

Rolling in the Deep

1 jun

Se você AINDA não ouviu falar dela, ou ainda pior, não A ouviu, corra se atualizar no youtube.

Adele se tornou  quase uma unanimidade. E basta ouvir uma de suas músicas para entender o motivo.

Para mim, não é ” mais uma” britânica cantando soul music. É a salvação.  É melhor que Amy Winehouse ( provavelmente vai viver mais que ela, já que não está se destruindo com drogas e álcool)  e tem uma voz ainda mais poderosa que a de Joss Stone. Mas eu não entendo nada de música. Então ouça aí e me fale o que achou.

Enjoy the music!

“As soon as I got a microphone in my hand, when I was about 14, I realised I wanted to do this”  –  Adele

Bono e Seu Jorge

18 abr

Depois de um longo e tenebroso inverno finalmente consegui me redimir da cagada que fiz , como narrei aqui (https://tresnortes.wordpress.com/2011/02/11/fim-do-castigo/ ).  Agora posso dizer que fui a um show do U2. O que, na minha opinião, todo mundo deveria fazer ao menos uma vez na vida. E acho que o fiz na hora certa. Há 13 anos eu não gostava tanto deles como agora e o meu cd favorito nem tinha sido lançado.

Foi, sem sobra de dúvidas, o melhor show quevi até hoje e acho muito difícil  que eu veja outra coisa do mesmo nível novamente ( não que não vá exisitir, eu que não devo ir). Fiquei alucinada com a estrutura do megaevento. Fui preparada para caos e sufoco ( como o do show do Rolling Stones na praia de Copacabana, no qual senti medo de morrer pisoteada ou de me perder do meu marido para sempre), mas fui surpreendida da melhor forma possível. Nota dez para a organização. Foi tranquilo beber, comer, ir ao banheiro. Deu até para sentar no chão da pista. Coisa de primeira mesmo.

A abertura do show foi feita pelo grupo inglês Muse, que já me tinha sido indicado pelo meu co-cunhado André. E apesar da ansiedade pra que eles terminassem logo, curti bastante o som da banda e já baixei algumas músicas. Os minutos que separaram o fim do show deles do início da apesentação do U2 foram os mais longos da minha vida. E não vou encontrar adjetivos para descrever a minha emoção ao ouvir os primeiros acordes de “Even Better than the Real Thing”.  Nunca pulei tão alto na vida. Eu não posso dizer que sou fã de carteirinha do U2, porque não sei detalhes da história deles e nem tenho todos os cds. Mas deve ser a banda que gosto há mais tempo na vida e ir ao show de uma banda que você conhece as letras de praticamente todas as músicas é uma emoção nova para mim.

A pista é sem dúvida muito mais adrenalina que a arquibancada. Entra todo mundo numa mesma vibração ( odeio essa palavra, mas é a que melhor descreve), contagiante. 90 mil pessoas cantando e dançando juntas. O bom é que dava para dar umas escapadinhas para as laterais e respirar um pouco mais tranquila. A estrutura do palco chamava quase tanta atenção quanto o Bono. Sério, coisa linda de ver. Só senti falta mesmo dele tocar minha música favorita, Stuck in a Moment. Mas ok, não se pode ter tudo.

Fiquei com um pouco de preguiça das mensagens de protesto e vamos salvar o mundo veiculadas durante o show. Mas o Bono tem esse lado politcamento correto, defensor do mundo blá-blá-blá. Melhor ser assim do que sair destruindo quartos de hotel né ( ou não, vai saber). O fato é que, gostem dele ou não, o cara tem um carisma imensurável e mesmo sendo tão pequeno e não tendo uma voz superpoderosa, vira um gigante no palco.

Se pra mim já tava tudo perfeito, eis que o Seu Jorge aparece pra dar uma canja. Soube que era ele porque além de conhecer aquele vozeirão, conheço a cara dele. Porque se dependesse do nome que o Bono anunciou, podia aparecer a Xuxa ali. Será tão difícil assim pronunciar SEU Jorge?

E já estava bem feliz de vê-lo tocar, pois nunca tinha visto ele fazendo isso ao vivo. E não é que depois, no meio do show, ele passa do meu lado? Do meu lado mesmo, tipo ombro com ombro. Resisti ao impulso de correr atrás dele como ja fiz uma vez de e contei aqui ( https://tresnortes.wordpress.com/2010/11/12/i-am-what-i-am/), entretanto fiquei novamente em estado de idiotice aguda, e cutuquei-o dizendo: Aêee Seu Jorge. ( Aê Seu Jorge? Jura? A única coisa que te vem a mente quando está em frente ao seu ídolo é dizer aê?). Pelo menos ele me devolveu um sorriso lindo, e sumiu na multidão. Sinceramente ninguém mais percebeu que era ele. Nem meu marido que tava colado em mim, mas era, eu juro.

Falando no meu marido… Ele tem um histórico de ir embora de shows antes de tocar a última música. É uma tradição bizarra. Ele entra em pânico ao imaginar todas as milhares de pessoas querendo sair ao mesmo tempo e sempre me arrasta uns minutos antes do fim. Dessa vez não poderia ter sido diferente. Esperei tocar One e fui embora, mas dessa vez eu era a pessoa mais feliz do mundo.

Um pedacinho do dueto ( gravado muito mal e porcamente por mim) aqui:  

Lado B

18 mar

 

Post curto devido a braço engessado por tendinite…

Minha voz continua a mesma, mas meus cabelos, quanta diferença!

Sabe aquele som que você adora, mas morre de vergonha de confessar?  O meu é Shakira. Curto as músicas dela desde o começo dos anos 90, quando meu irmão apareceu em casa com um cd da colombiana descabelada cantando Estoy Aquí. De lá pra cá, a cantora ficou pop e seus showzinhos na boate de Ribeirão (!!!!) ficaram para trás. Por sinal ela está no Brasil e vai passar bem longe daqui. Mas gosto dela, ainda mais quando canta em espanhol. Pode me chamar de cafona, mas para mim Shakira rocks!

Enjoy!

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