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Os pezinhos que mudaram nossas vidas

10 nov
Pezinhos já corrigidos e lindos de viver!

Pezinhos já corrigidos e lindos de viver!

Era um dia de abril e pela primeira vez meu marido não me acompanharia no ultrassom de nosso segundo filho. Seria o exame morfológico, aquele que avalia as medidas de todos os órgãos, eu estava bem tranquila e acabei não fazendo tanta força pra que ele fosse comigo. No segundo filho a gente relaxa.

Quando o exame começou, percebi um pouco de ansiedade. Afinal, o maior medo de toda mãe ( e pai) é que seu filho não seja perfeito. Essa ansiedade desapareceu assim que avistei suas mãozinhas.  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10; contei mentalmente seus dedinhos. Ufa. Depois o médico avaliou cada orgão, tudo ok e passou para as perninhas e pezinhos. Lá vou eu de novo 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10; Ufa! Todos os dedinhos estavam ali. Minucioso, o doutor se prolongou um pouco naquela região, disse que estava com dificuldade para visualizar os pés. Acabei me distraindo e quando voltei ao mundo, quase dez minutos já haviam se passado, e só então me toquei que algo de errado devia estar acontecendo. Senti meu coração quase saindo pela boca e amaldiçoei o momento em que resolvi ser “independente” e liberei meu marido deste ultrassom. Olhei o médico nos olhos. Ele parecia seguro do que ia me dizer, embora um pouco cuidadoso. –  O bebê apresenta uma curvatura anormal dos pés, tudo indica que seu filho tem Pé Torto Congênito.

Meu mundo acabou. Faltou fôlego e forças nas pernas. O médico continuava falando, mas era como nos desenhos do Snoopy quando o Charlie Brown só ouvia a professora dizendo bla bla bla bla bla bla. As lágrimas escorriam pelos meus olhos e eu queria sair dali correndo. Apenas escutei o médico dizer,” tem tratamento, é só fazer uma cirurgia e vai ficar tudo bem”.  Como assim fazer cirurgia? Levantei da cadeira quase cambaleando, os olhos embaçados e saí do laboratório transtornada. Só consegui ligar para o Juliano e chorar muito. Ele assustou coitado, achou que eu tivesse perdido o bebê. Então quando eu disse que nosso filhinho nasceria com um problema nos pés, ele acabou sentindo certo  alívio. No caminho até nossa casa fui dirigindo, quer dizer, acho que meu anjo da guarda assumiu o controle. Eu chorava, urrava, gritava e tentava acessar a internet do celular pra entender o que era esse PTC ( Pé Torto Congênito). As primeiras fotos que apareceram foram tão aterrorizantes que só me fizeram chorar mais. Eu estava devastada. Cheguei em casa, abracei meu marido e choramos juntos o luto de nosso filho idealizado; para logo abraçar a ideia do nosso filho “real” e muito amado.

Passado esse tremendo susto inicial, dediquei meus dias para pesquisar sobre o assunto e o tratamento. Encontrei alguns sites, blogs e grupos de mães de filhos com PTC. E ao ler um dos blogs, acabei encontrando o contato daquele que seria seu médico ( Dr Jose Volpon, professor da USP) e o tipo de tratamento que iríamos seguir: o método Ponseti. Ler aqueles relatos encorajadores e ver as fotos dos pequenos guerreiros sorridentes e com os pezinhos perfeitos foram um bálsamo para minha alma. Eu enfrentaria o que estivesse pela frente! Ou seja, seis trocas de gessos ( do pé até a coxa), uma cirurgia para alongamento de tendão ( tenotomia) e aproximadamente 4 anos de órtese.

Levei algumas semanas para digerir a notícia. Foram dias sombrios, de muito medo e insegurança. Mas o conhecimento mais profundo do assunto e a certeza de que Deus sabe o que faz foram, pouco a pouco, me trazendo paz. Eu só pensava que o bebê precisava da minha calma para se desenvolver bem e que de nada adiantaria eu me desesperar. Em momento algum senti revolta ou questionei o porquê. Aceitei logo o desafio que me foi imposto e realmente enxerguei nele uma oportunidade de fortalecer nossa família. E foi realmente o que aconteceu! O restante da gravidez foi tranquilo e aproveitei esse tempo para estudar sobre o PTC e conversar com o médico.

O dia do nascimento foi mágico ( conforme relatei aqui: https://tresnortes.wordpress.com/2014/09/16/relato-do-meu-parto-fabiana-e-otto/) e todo e qualquer medo se dissipou por completo. Dizem que nem sempre o amor de mãe nasce junto com o filho; mas o meu nasceu. Foi só eu segurar o seu corpinho e olhar aqueles pezinhos tortinhos ( coisinhas mais lindas de Deus) pra meu coração bombar de ocitocina e transbordar amor imediatamente.

Com 8 dias de vida Otto iniciou o tratamento e levamos uma vida absolutamente normal desde então. Costumo dizer que se no dia do ultrassom fatídico eu soubesse como tiraríamos tudo de letra, eu não teria sofrido e temido tanto. Não é fácil, mas também não é tão difícil assim. Difícil é quando não tem tratamento! Neste caso não só há tratamento, como o prognóstico é de sucesso total!

Com pouco mais de 70 dias de vida Otto já usou 7 gessos, fez uma cirurgia e agora usa uma órtese ( que chamamos de botinha) que o irá acompanhar até aproximadamente os quatro anos de idade para manter seus pezinhos ( agora já perfeitos) firmes no lugar. Falando assim parece um bicho de sete cabeças, mas de verdade, não é. O ser humano tem uma capacidade incrível de se adaptar e os bebês então…

Tudo isso tem nos ensinado diariamente. Hoje vejo os pequenos desafios da vida em sua real proporção, sem dramas; tenho o coração cheio de gratidão pela família linda que criamos e pela oportunidade de crescer como ser humano. Aprendi que uma adversidade terá em sua vida a proporção que você der a ela. E aqui escolhemos não dar prioridade a isso! A vida continua e nosso menininho é lindo, amado e perfeito do jeitinho que ele é! Graças a Deus e ao avanço da medicina seus pés estão perfeitos e ele poderá ter vida normal, andar, correr, jogar bola, fazer o que quiser.

SOBRE O PTC (Pé Torto Congênito)

Apesar de ser um susto para os pais, o pé torto congênito é um problema relativamente comum nos recém-nascidos – 1 em cada 1.000 nascem com ele. A causa dessa deformidade é desconhecida, por isso ele é chamado de Pé Torto Congênito Idiopático.

A maioria dos pés tortos podem ser corrigidos ainda quando bebês em seis a oito semanas com manipulações adequadas e aplicação de gesso. O tratamento é baseado no entendimento da anatomia funcional do pé e da resposta biológica de músculos, ligamentos e ossos às alterações de posicionamento obtidas pelas manipulações seriadas e aplicação de gesso. O tratamento que traz melhores resultados é o idealizado pelo médico americano Dr Ponseti, que deu nome a técnica.

O tratamento deve começar na primeira ou segunda semana de vida para aproveitar a elasticidade favorável dos tecidos que formam os ligamentos, cápsulas articulares e tendões. A criança tratada de pé torto logo ao nascer poderá desenvolver um pé normal, seja no aspecto, seja na função.

UMA PALAVRA AOS PAIS

Se você chegou até o blog porque descobriu que seu filho(a) tem PTC: Acalme seu coração! É mais fácil do que parece, não deixe que o diagnóstico perturbe sua gravidez.

Aproveite para já pesquisar sobre o tratamento e escolher seu médico. Ter tudo isso definido antes do nascimento ajuda bastante.

Participe de grupo de mães e pais de filhos PTC . Trocar experiências com quem já passou ou está passando pelo mesmo desafio ajuda a nos fortalecer e até resolver problemas que nos parecem muitos difíceis, mas que já podem ter sido solucionados por outras mães.

Prepare seu enxoval levando em consideração que seu bebê passará boa parte do tempo engessado ou com órtese, ou seja, diga adeus aos macacões com pezinhos e até mesmo às calças.

A questão do banho costuma assustar os pais ( afinal, dar banho num recém nascido já não é fácil, ainda mais com as duas pernas engessadas).  Eu segui essa dica de uma mãe e fomos muito felizes no banho >>https://www.youtube.com/watch?v=75z8DXK9Pwg  ( também mandei confeccionar dois saquinhos de tecido impermeável para cobrir as perninhas e evitar possíveis acidentes aquáticos).

Muito importante: Converse com seu bebê. Explique a ele cada etapa do tratamento, avise-o de tudo que vai ocorrer. Parece bobagem, mas mesmo pequeninos eles já têm um nível de entendimento e isso os deixa  mais seguros e confiantes, o que faz toda a diferença!

Gesso: uma dica preciosa>> Os gessos costumam levar o dia todo para secar e úmidos incomodam bastante, podendo até causar ( mais) cólicas. Usei o secador em todas as vezes e meu pequeno não teve problema algum pra se adaptar com os novos gessos. Muito cuidado para não queimar o pele do bebê, use o secador  a uma distância segura das perninhas e mire sempre apenas na área do gesso.

Se seu filho precisar fazer a cirurgia, o que ocorre em 90% dos casos, não se desespere. O procedimento é simples ( muitos médicos fazem apenas com anestesia local), o pós operatório é tranquilo e o resultado é maravilhoso. Aliás, durante todo o tratamento, quando o “bicho pegar” : FOCO NO RESULTADO!

Indicação de sites

http://www.petorto.com.br

http://www.professorvolponusp.com/artigo/26/cr/P%C3%A9%20torto%20cong%C3%AAnito/

Pega na mentira

20 jan

Quem tem boca vai à Roma, mas boca fechada não entra mosquito! Correto? Correto! Nada melhor do que saber a hora de falar e a hora de calar!!! Você sabe??? Eu tenho pensado muito sobre isso e tenho tentando usar minha consciência pra decidir se é melhor (ou não) dar uma opinião, revelar um segredo, me meter em uma conversa ou fazer uma fofoquinha básica!! Palavras são energia pura minha gente e usá-las requer grande responsabilidade!!

Estou exagerando? Bom, Jesus foi crucificado pelas palavras que falava quando pregava. Obama soltou o para sempre histórico “:Yes, we can”, quando ganhou a eleição aqui nos Estates e mudou completamente a história política do país. Não existe nada melhor do que escutar “Eu te amo” de quem amamos. Não existe quase nada pior do que ser ofendido com palavras. Então, palavras tem um grande poder de influência na sua vida e na vida das pessoas ao seu redor, em seus modos de agir, pensar… Logo, vamos ficar atentos ao que está saindo da nossa boca!!

Tive aulas fantásticas sobre a melhor forma de nos comunicarmos e nos relacionarmos no Chopra Center e meus professores sempre nos ensinaram a fazer as seguintes perguntas antes de falar algo: é realmente importante/relevante? É verdade? É positivo? Vai ajudar a pessoa para quem quero falar? Vai proporcionar reações positivas? Seria apenas um julgamento meu (e, logo, desnecessário de ser verbalizado)? Eu falarei em um tom correto e eu estarei ajudando a outra pessoa? Se fizermos todas essas perguntas antes de falar, certamente nossa falação se reduzirá a cerca de 30% do que falamos geralmente!! Muito doido né!!

O positivo é que, reduzindo nossa comunicação ao que realmente é relevante e positivo (claro que sem exageros, pois somos humanos!), estaremos guardando nossa energia para coisas mais produtivas e estaremos ajudando o mundo a ser um lugar melhor!! Evitaremos discussões, brigas e aborrecimentos (quantas vezes você provoca seu marido/esposa, namorado/namorada, mãe, pai, irmão, por dia? Mesmo sabendo que vai ter de enfrentar uma briguinha depois por nada??). Estaremos dando o que temos de melhor: nossos pensamentos e palavras positivas! E receberemos de volta caros leitores!! Então, vamos tentar por um dia? Me conta depois como foi!!! Beijo e Namastê!

7 dias sem comer: o diário de uma sobrevivente!

4 out

7 dias, mais de 160 horas e muitos milhares de minutos sem comer, mastigar ou ingerir nada sólido! Esse foi o meu desafio e, com força de vontade, eu consegui caro amigo! E, se eu sobrevivi, você também sobrevive!! Com o objetivo principal de domar, literalmente, minha mente, passei esses dias todos sem mastigar, sem sentir o crocante na boca, sem me deliciar com um pedaço de chocolate derretendo entre meus dentes e língua… Fiz o que chamam aqui nos “Estates” de jejum líquido, ou seja, ingeri apenas alimentos líquidos durante todo esse tempo. Foi difícil? Foi! Desesperador? Quase. Recompensador? Demais!! Vamos a jornada:

Quem circula pelo meio da yoga e meditação sabe muito bem os benefícios do jejum: limpar seu corpo da toxinas, dar um tempo para o seu corpo se auto-curar e relaxar sem ter de digerir toda a comilança, emagrecer, dar uma limpada no intestino, melhorar todas as funções do sistema digestivo e excretor, etc. Mas, para mim, o benefício maior foi o de comandar minha mente, o de reprogramar a maneira como ela lida e reage a comida e o de observar como eu reagiria sem minhas comidas preferidas!

 Eu escolhi seguir o programa de um restaurante Vegan onde confio no dono e onde ele seguiu recomendações minhas do tipo “preciso de bastante ferros e minerais na composição”. Escolhi também entre Smoothies (ou shakes) e sopas que usam ervas indianas, frutas e vegetais orgânicos. Eram de 3 a 4 por dia, cada um com cerca de 450 ml. Recomendo que, sempre que você embarque em algo tão desafiador, você esteja muito informado sobre o processo e contando com profissionais da área pra te ajudar!

 O primeiro dia foi tranquilo. Trabalhei o dia todo e me senti cheia de energia. Foi lá pelas 9 da noite que me senti totalmente cansada, sem força para nada! O segundo dia foi um dos piores. Percebi o quanto a falta de comida limita nossa capacidade de raciocinar corretamente! Eu estava impaciente, ansiosa, com raiva mesmo minha gente (e olha que isso é raro). No terceiro dia optei por passar a tomar 4 líquidos por dia e o processo se tornou mais fácil. No quarto dia foi tudo mais tranquilo e até fui forte o bastante para resistir à tentação de um jantar em um restaurante italiano no qual participei ingerindo apenas um chá de laranja!

 Os últimos três dias foram os mais desafiadores. Me sentia avoada, sem concentração, faminta e cansada, mas não mais irritada. Adicionei um pouco de água de coco e sucos naturais de melancia e maça com beterraba para ter mais energia. Durante todo esse tempo minha coluna doía (coisa que sempre acontece quando estou com fome) e optei por não praticar muita yoga para manter minha energia para as aulas que dou. No sétimo dia comemorei a vitória à noite! Estava muito feliz e contente com a missão cumprida! Fui em um show lindo com amigas e fomos todas jantar depois! A felicidade ao mastigar foi intensa e a gratidão pelo alimento também!

 Claro que emagreci um pouquinho e que a digestão e eliminação foram perfeitas durantes esses dias, mas isso foram brindes, pois o melhor foi perceber a relação que tenho com comida e como posso sim domar minha mente e não sucumbir às tentações! Uma das maiores lições que aprendi foi a da compaixão: hoje entendo totalmente alguém que rouba para comer ou colocar comida na mesa da família. Quando estamos famintos o cérebro não funciona no seu estado normal de consciência, a ansiedade aumenta drasticamente, assim como o cansaço, e você é capaz de qualquer coisa para cessar a angústia mental e física que tomam conta de você… É o seu instinto básico funcionando e ele não parece estar unido à razão.

Percebi também que me conectei muito mais com as pessoas! No fundo, eu uso a comida como solução para evitar conflitos, mascarar solidão ou timidez. A comida funciona como ferramenta reconfortante, que me nutre emocionalmente e faz com que eu não precise arriscar falar aquilo que quero (mas que pode ofender ou parecer estranho) ou então faz com que eu não ligue para aquela amiga que adoro (mas que pode estar ocupada para falar comigo e não quero atrapalhar) e por aí vai… Sem minha “chupeta” em forma de comidinhas eu me senti segura e com coragem para me comunicar e conectar com mais facilidade e honestidade! Comida te limita! Grande insight!

 Consegui me comunicar melhor também com minha mente e fazer com que ela entenda que não preciso comer loucamente só porque a fartura é grande, ou apelar para o sorvete quando a ansiedade bate, nem comprar um delicioso brownie quando não tenho nada para fazer na sexta à noite. Apesar de todas as limitações e dificuldades, segui íntegra, consciente e feliz e provei para mim mesma que não sou escrava da comida e ela não é solução para nada. Isso significa que nunca mais vou me entregar à gula ou comer além do necessário? Provavelmente não, pois não sou Buddha nem Santa! Mas significa que hoje tenho muito mais consciência da função da comida na minha vida e como eu posso usá-la como aliada, e não como muleta, medicina ou entorpecente!

 E você? Qual é a sua relação com a comida e, o mais importante ainda: essa relação está te trazendo benefícios??

 Como disse antes, se resolver jejuar seja consciente e nada de extremismos! Tenha sempre a ajuda de um profissional e, acima de tudo, respeite seu corpo e seu coração! Beijo no coração e Namastê!

He-Man já sabia: eu tenho a força!

17 set

Você é muito poderosa (o). É, você mesmo! Não precisa olhar pra trás pra checar se eu estou falando com outra pessoa nem precisa franzir a sobrancelha com expressão de interrogação: você tem muito poder e, ao se dar conta disso, pode usá-lo ao seu favor ou contra você! Como assim eu tenho muito poder, você pergunta? Bem, cada pensamento que você tem, cada palavra que você fala, cada atitude que você toma causa uma movimentação de energia e informação no ambiente, um impacto tremendo na sua vida e na vida daqueles ao seu redor (por menor que pareça ser). E, vou te contar um segredo que todo bom guru, sábio e iluminado sabe: tudo nessa vida é energia e informação em diferentes formatos e nós manipulamos esses dois elementos o tempo todo.

      O que eu quero dizer com isso? Bem, de acordo com a física quântica (filosofia mais atual) e com livros espirituais com mais de milhares de anos, nós (humanos), assim como uma pedra, uma cadeira, uma flor e seu cachorro, somos energia e informação materializados. Logo, o que nos diferencia da pedra, da planta e do fofo do seu cachorro é o grau de consciência que nós temos, que no caso é bem mais desenvolvido que o deles, mas não mais especial! Por que não mais especial? Porque o que seria do planeta sem flores, cachorros ou até mesmo pedras? Chato com força né! Tudo tem sua razão de ser e existir! Então, somos todos milagres de algo maior que não sabemos muito bem definir (você pode chamar de Deus, Inteligência Cósmica, Universo), mas que nos permite viver, aprender e transformar diariamente!

      Tendo dito isso, você é esse amontoado de energia e informação e pode fazer com essa dupla o que bem entender! Se você resolver ser um sábio em algum assunto, vai estudar (informação) e experienciar (criando energia) aquilo que você pretende dominar, transformando sua vida e alcançando assim seu objetivo! Se você está acima do peso é porque comeu alimentos não tão nutritivos (alimentos são energia pura) e mandou a informação (nutrientes) para suas células desses alimentos, que geraram células de gorduras… E por aí vai! Então, o poder de manipular toda a energia e informação está nas suas mãos cara (o) amiga (o)! Não adianta dar uma de vítima e colocar na conta dos outros não! Tenha responsabilidade por seus atos!

      Potencialize ainda mais seu poder e consciência: observe como seus atos, pensamentos e palavras afetam tudo e todos ao seu redor! A energia que você emana interfere grandemente no seu meio-ambiente (casa, trabalho, círculo de amigos). Suas palavras podem gerar situações maravilhosas ou iniciar um crise terrível dentro de você e dentro dos outros! Suas ações (da menor possível, tipo deixar a luz ligada do quarto sem necessidade), mais dia menos dia, vão resultar em reações (conta de luz mais cara). Com isso, lembre-se: pensamentos, ações e palavras de amor geram poder, energia, informação e reações de amor, e vice-versa… A escolha é sua!

      Jamais se sinta vítima ou fraca (o): observe o seu poder de influência (principalmente influência sobre você mesmo) e use ele para o seu bem e o bem dos demais (potencializando ainda a lei do dar e receber, que já falei antes!). Acima de tudo, tenha a famosa frase de Gandhi como base sustentadora de tudo o que eu falei: “Seja a mudança que você quer ver no mundo”. Use seu poder para mudar aquilo que você quer, começando por você! Acredite! Para ilustrar ainda mais meu texto, sugiro um ótimo filme (o livro, afirmam fontes seguras, é ainda melhor): Poder Além da Vida. Assista e expanda sua consciência! Beijo no coração e Namastê!

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