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“Sex and the Meditation” e “O inferno são os outros” – Dias 5 e 6

10 ago

Antes de começar esse post gostaria de dar um aviso aos meus queridos pais, caso eles resolvam lê-lo: por favor, leiam sentados e lembrando-se, sempre, que eu tenho 31 anos e, para a infelicidade de vocês, não sou mais aquela menininha magricela (quem me dera), de aparelho nos dentes, que espalhava suas Barbies na varanda todo final de semana pra brincar de casinha.

 Dia 5 – Meu dia de Samantha ou Sex and the City é refresco

O quinto dia chegou e eu seguia impressionada com a capacidade de sentir sensações por todo o corpo. Eram muitas, de dores profundas (falarei sobre elas em outros post) até o fluir livre e gostoso (eu sei, eu sei, eu não deveria estar julgando as sensações, mas, ei, era só o quinto dia vai…) de energia pelo corpo. Bom, foi em um desses fluidos que minha mente encontrou o seu tema do dia: homens, ou, melhor dizendo, sexo! Seria meio impossível não pensar em sexo já que eu estava analisando cada pedacinho do meu corpo, mas, minha gente, a coisa foi braba e lutei bastante pra me concentrar e seguir meditando. Bravamente consegui, mas claro que com interrupções aqui e acolá pra dar uma pensadinha no tão prazeroso tema.

Começou com pensamentos sobre meus ex-namorados, meu ex-marido, memórias boas de momentos bons. Lembranças de beijos, abraços… e, aos poucos, o negócio foi pegando fogo mesmo! Passou pra agarração total e daí pra cama foi um pulo! Eu lembrava/imaginava como era bom namorar. Como era bom tocar, beijar… Como era bom dividir a energia e a sintonia quando duas pessoas estão apaixonadas. Evitar lembranças sensuais ou sexuais tornou-se um desafio. Chegou um momento em que me deixei, por cerca de 10 minutos, levar pela minha louca mente e logo observei que as imagens nem tinham mais nome ou rosto… o apego da minha mente era tanto que ela projetava desejo por sexo e homem como um todo, sem ter de ser especificamente a lembrança de alguém, ou uma celebridade, etc. Era puro desejo carnal. Coisa de animal irracional mesmo! Muito doido.

Claro que foi nesse dia que parei, pela primeira vez, pra dar uma checada báaaaasica nos cerca de 15 bravos companheiros de jornada que ficavam do outro lado da sala, em uma distância significativa, mas que me possibilitava fazer a “seleção natural” baseada nos meus critérios carnais (bem duvidosos, dica-se de passagem). Muitos eram mais velhos, mas, para a alegria da minha mente, amostras entre as idades de 25 a 35 estavam disponíveis. Me encantei por um indiano (acho que era indiano), alto, forte na medida certa, e de traços masculinos bem fortes, o que prova que, se seguimos apenas nosso instinto selvagem, vamos atrás do tal macho alfa mesmo. Um loirinho, típico americano (que geralmente não faz meu tipo), também me pareceu bem interessante, até porque sempre alongava os ombros e a coluna e eu, nesse dia caras (o) leitoras (os), estava com um diploma de massagista prontinho pra botar em prática na minha imaginação. 

Mas entre feridos e feridos todos se salvaram! Eu consegui administrar meus impulsos. Não, eu não ataquei ninguém nas trilhas com mata fechada do retiro, nem tomei nenhuma atitude para “aliviar” a situação. Consegui ver claramente que meu desejo por prazer era mais uma impureza, mais uma maneira que minha mente arrumou pra me tirar da minha jornada em busca do auto-conhecimento, em busca da tal equanimidade! A mente é viciada em drama, paixão e luxuria minha gente e, assim como vilã da novela das 8 da Globo, ela faz de tudo pra te vencer. Mas a meditação te ensina a aceitar o que quer que surja dentro de você, observar e não julgar! Foi isso que fiz. Apesar de ainda julgar que o indiano era gato com força… ai ai…

O quinto dia também foi o início de um estudo que chamo de “Projeto rato de laboratório Lívia”. Decidi no quinto dia levar ainda mais à sério meu mergulho interno e analisar profundamente os efeitos da meditação na minha mente, corpo e comportamento. E tive a situação perfeita para testar mais à fundo meu objeto de pesquisa (no caso, eu mesma): uma formiga picou meu pé esquerdo, próximo ao dedo mindinho.

Explico. Eu sou MEEEEEEGA alérgica a qualquer picada de inseto. Coço, inflama, sai pele, fica cicatriz pra sempre… Esse sempre foi um grande problema (drama) na minha vida e eu nunca consegui me conter e não coçar loucamente a área picada. No terceiro dia, por exemplo, uma formiga já havia me picado, também no pé esquerdo, próximo ao dedão, e eu, claro, me joguei na coceira total e a picada se ampliou, doía atingiu o próximo dedo, inflamou, blá, blá, blá. Enfim, o importante é que com essa segunda picada eu poderia realmente ver se a técnica aprendida funcionava: eu iria aplicar o mesmo processo dela na minha alergia. Eu simplesmente observaria a sensação da picada e não faria nada. O desafio era: não coçar, observar a sensação sem julgar e ver no que dava.

Foi difícil, mas consegui. E tive a iluminação divina de perceber que, se eu não coçasse, a picada parava de doer e coçar por muito tempo, até voltar a incomodar novamente. Eu consegui me separar da dor, consegui vê-la apenas como uma sensação e eu nunca, nunca cocei nos dias em que se seguiram, mesmo quando a sensação surgia. Além disso, observei que a picada desapareceu muito mais rápido, sem deixar rastros, enquanto a outra demorou muito mais pra cicatrizar.

Gente, isso foi uma mudança de paradigma na minha vida!! Vocês não tem noção. Me senti tão bem em saber que – “sim, mesmo fora da hora da meditação, eu posso dominar a dor, por mais insuportável que ela seja/pareça ser”. E, colocando de forma mais global, isso mostra que podemos lidar com qualquer dor… sejam elas físicas ou psicológicas (essas muito mais intensas e perigosas que as físicas). Meu projeto, ao longo dos dias, se expandiu para outras áreas e foi sempre um sucesso. E esse é mais um dos motivos pelo qual sou fã de carteirinha da meditação Vipassana.

Dia 6 – Quase um caso de homicídio doloso. Motivo? A respiração!

O sexto dia chegou. Pensei, “ah, hoje tudo vai fluir bem. Hoje vou ficar totalmente em silêncio”. (O professor te chama, em dias intercalados, pra saber como você está indo com a prática, logo, por alguns dias fui “obrigada” a responder brevemente às perguntas dele, mas eu sabia que nesse dia ele não me chamaria). E lá fui eu pro Dhamma Hall. Meditação começa e, dez minutos depois, a minha companheira sentada a minha direita começa a fazer algo que quase me levou à loucura: ela, de 5 em 5 minutos, expirava fortemente o ar de dentro dos pulmões. Sabe quando você está muito (a) bravo (a) ou irritado (a) ou insatisfeito (a) com uma situação e você dá aquela respirada profunda e quando expira o ar pra fora faz um barulhão (o que até ajuda a relaxar, mas, de 5 em 5 min é pra querer matar)??

Pois é! A moça fazia isso repetidamente, deixando bem claro pra mim, e pra todas as outras meditadoras próximas à ela (e provavelmente todos na sala) que ela estava absolutamente irritada, brava ou insatisfeita com a prática dela. Estava claro: ela não estava em um bom dia. A situação estava preta pra ela. A energia que ela emitia por meio da sua respiração era: “estou FRUSTRADA”. E a vontade que eu tinha era de gritar “Eu quero te MATAR. Pára de expirar forte peloamordeDeus. Você está atrapalhando todo mundo”. “O inferno são os outros”, já dizia Sartre. No meu caso, ele morava ao meu lado direito. Não aguentei e marquei uma hora com o professor, depois do almoço. Na ilusão (porque eu até tinha uma idéia do que ele ia dizer. Mas, sou brasileira “e não desisto nunca”) de que ele me daria uma solução. Meu plano de silêncio absoluto foi pras cucuias.

Fiquei surpresa ao chegar na salinha de espera e ver que a minha companheira expiradora-intensa-compulsiva também estava lá. “Vai ver ele chamou ela pra mandar ela parar de fazer isso”, pensou minha mente maligna em um breve momento de satisfação ilusória. Ironicamente fomos as últimas a falar com o profs. Eu fui primeiro. Tentei explicar a situação pelo viés da compaixão, ou melhor dizendo, meu ego escolheu esse aproach pra mostrar o quanto meus motivos eram absolutamente positivos pra pedir que ele interviesse no caso. “Eu sinto a frustração dela e minha vontade é de abraçá-la e dizer que tudo vai ficar tudo bem e que expirar assim não ajuda em nada e só atrapalha o resto da sala”, disse ao professor.

Ele, muito amorosamente, e com toda a inteligência para sacar pessoas com segundas intenções como eu, disse: “Lívia, é normal sentir raiva e também frustração. A frustração que você está vendo nela também é sua. Isso é mais uma impureza” – primeiro tapa na cara. “Não, não posso fazer nada. Posso apenas te pedir pra ter paciência, pra aceitar e observar esse sentimento dentro de você, sem julgar, com equanimidade, e pra seguir em frente com a sua meditação” – tapa na cara número dois. Eu dei minha risadinha sem graça e, com humildade e o reconhecimento de mais uma lição importante aprendida, recolhi minhas pernas, braços e cabeça, agradeci no meus gesto tradicional de Namastê e saí da sala. Nem tive coragem de olhar na cara da minha companheira e parceira de frustração. Fácil projetar nos outros nossas impurezas… Fazemos isso diariamente. Sim, ela era apenas um espelho de mais algumas das minhas: raiva, impaciência, frustração. Quem nunca sentiu que jogue a primeira pedra.

Obrigada por seguir lendo! Beijo no coração e Namastê.

Os 15 programas de TV que marcaram minha vida

16 dez

O núcleo adolescente de Top Model

 

Lá vou eu com mais uma lista. Acho que com essa encerro a temporada deste ano. Sou tevemaníaca desde sempre e os programas televisivos marcaram e ainda marcam minha vida. Eu já sonhei em ser crítica de televisão, mas hoje me contento em ser apenas espectadora. Os programas serão citados porque de alguma maneira foram importantes na minha história  e não necessariamente por serem os melhores que já existiram. Deixo, por exemplo, Friends de fora. E é óbvio que Friends não poderia faltar numa citação das melhores séries de todos os tempos. Mas como disse, não são os melhores e sim os que mais me marcaram. Ah,tentei fazer por ordem cronológica mas não sou enciclopédia e não dá pra garantir que está certo, ok?

 Novela Roque Santeiro – TV Globo – 1985

É a primeira novela que me lembro de acompanhar fervorosamente. Viúva Porcina, Sinhozinho Malta, lobisomem. Precisa falar mais alguma coisa? E ainda lançaram um álbum de figurinhas com as personagens. Gente, era muiiiito massa. Eu e meu irmão completamos o álbum, lembro perfeitamente de cada foto (a do Ary Fontoura não era foto e sim desenho, eu encasquetei muito com isso).  Aliás, por onde será que ele anda ein ( o álbum e não o Ary )?

Armação Ilimitada – Tv Globo – 85 a 88

Eu diria que esse foi a melhor série da Globo até hoje. Insuperável. Era a alegria das minhas sextas-feiras, quando eu costumava dormir na minha vó. Quem nunca sonhou em ser a Zelda Scott, disputada por Juba e Lula? Aliás, moderninha a Globo mostrando um relacionamento aberto entre uma mulher e dois caras, nos anos 80 né? E pensar que hoje o Lula( André de Biase) virou um careca gordo da Malhação e o Juba ( Kadu Moliterno) bate em mulher. Decepção. Mas enfim, naquela época eles eram tudo. E o Bacana também era figura. O seriado era bem inovador, desde o texto à estrutura narrativa . Nascia aí minha paixão pelo Rio, cenário das aventuras. O canal VIVA bem que podia passar reprise né?

Top Model – TV Globo – 1989

O cabelo dos meus sonhos acabou meio se tornando realidade, acabei de perceber ( numa versão com luzes)

Uma novela cujos personagens do núcleo adolescente/infantil chamavam Jane Fonda, Ringo, Lennon, Olívia e Elvis tinha tudo para ser inesquecível. Acho que foi a primeira novela da Gabriela Duarte ( Olívia) e teve o Rodrigo Penna, que depois virou dj e dono da festa bacanuda Bailinho. A Malu Mader era a top model em questão e eu sonhava em ter uma cabelo igualzinho ao dela. Delícia de novela. A trilha sonora também era bacana, comprei uma fita K7 e fiquei arrasada porque esqueci na praia durante as férias.

Porta da Esperança – Programa Silvio Santos – SBT –

Gente, o que eu chorava nesse quadro era uma loucura. Não me agüentava de emoção quando abriam a porta e tinha lá a cadeira de rodas, as pernas mecânicas, o aparelho de audição ou coisa que o valha. E quando a porta ficava vazia então? Eu tinha vontade de matar o Silvio Santos. Puta maldade fazer isso com as pessoas né? Mas enfim, acho que ele inspirou o Caldeirão do Huck em muita coisa nesse quadro. O Silvio é figuraça e lembro de rir e chorar ao mesmo tempo com ele. Programa trash pra guardar na memória.

Minissérie Desejo – Tv Globo – 1990

Eu sempre gostei de ver histórias reais retratadas no cinema ou na televisão. A minissérie narra uma época da vida de Euclydes da Cunha, autor de Os Sertões. Enquanto ele estava lá nesses sertões, sua esposa apaixonou-se por um homem mais novo, Dilermando de Assis. Isso em 1905!!! O relacionamento tornou-se público e acabou matando o escritor e seu filho mais velho (ambos tentaram assassinar Dilermando, que por ser militar conseguiu se defender). Anna e Dilermando ficaram juntos por anos, mas acabaram se separando. É uma história de amor e tragédia daquelas e eu, romântica desde criancinha, achei o máximo. Na época comprei o livro e pesquisei bastante sobre os dois. Atualmente a minissérie está no ar no canal VIVA. Vera Fischer faz Anna ( morena e com lentes castanhas) e Dilermando é interpretado por Guilherme Fontes.

Minissérie Anos Rebeldes – Tv Globo – 1992

Com 13 anos eu achava que ia mudar o mundo e ver essa minissérie me ajudou a acreditar nisso. Ficava viajando que nasci na época errada e queria ter sido guerrilheira como a personagem da Cláudia Abreu ( que morre numa das cenas mais fortes da tevê brasileira). Não mudei o mundo- ainda-  mas ao menos participei ativamente do movimento dos cara-pintadas pedindo o impeachment do Collor. E olha, eu ia SOZINHA nas passeatas. O poder da ficção,ein?

Beavis and Butthead- MTV – 1994

Eu nunca fui chegada em cartoons, mas este eu ‘precisava’ assistir para me sentir incluída. O melhor amigo do meu namorado da época idolatrava e imitava direitinho a dupla mais boca-suja da tv. Acabei pegando gosto pela coisa e dei boas risadas com o humor negro e delinqüente deles. Era tão ridículo e grotesco que ficava engraçado. Deu saudade!

My so Called Life (tradução no Brasil -horrorosa: Minha vida de cão) – MTV americana – 1995

 

Eu já assistia algumas séries como Barrados no Baile, Anos Incríveis e Party of Five quando fui fazer intercâmbio nos EUA. Lá entrei de vez para o mundo dos seriados. Conheci My-so-called Life e foi meu primeiro vício. Me apaixonei perdidamente pela história de Ângela Chase ( Claire Daines). E claro, fiquei muito a fim do Jordan Catalano, meu primeiro amor televiso ( primeiro de muitos, haha). Seu intérprete, Jared Leto, hoje é vocalista da banda 30 seconds to Mars ( corrigido graças a ajuda de um internauta mais atento) e continua um gato de tirar o fôlego, mas não sei se é bom músico. A cena dele cantando I wanna be sedated é de cortar os pulsos. A série é incrível, mas durou apenas 19 episódios. A trilha sonora é genial, perfeitamente ambientada nos anos 90/grunge. Tenho os episódios baixados e de tempos em tempos revejo, vale a pena! Indico!

The Real World – MTV – 1995

 

Também vi quando fiz intercâmbio. Uma turma de diferentes nacionalidades e temperamentos se mudava para uma casa por uns três meses e eram filmados 24hs por dia. Parece familiar? Pois foi o primeiro reality show da história e era muito bacana. Altamente viciante como todo reality. E produção assinada pela MTV, coisa de primeira.

 Sex and the City – Multishow – 1998 a 2004

 

Muito antes de eu fazer trinta anos eu já me identificava com os dilemas das balzaquianas retratados na série. Desnecessário mencionar que o figurino matador da Sarah Jéssica Parker ( Carrie Bradshaw) me fez começar a gostar de moda ( até então uma calça jeans, uma blusinha e um tênis de skatista eram meu figurino). Cada mulher geralmente se via em uma das personagens e eu, como boa jornalista neurótica, me via na Carrie. Confesso que apliquei várias frases e pensamentos da série na vida real. Nem sempre deu certo, mas me diverti no caminho. (Um deles era assim, para esquecer alguém você precisa de metade do tempo que durou a relação. Exemplo: se namorou 3 meses, desencana em 1 mês e meio e por aí vai. Me apeguei a isso como um mantra, haha, que ridículo) Sou capaz de assistir um episódio por inúmeras vezes sem me cansar. I love it.

Casa dos Artistas – 2001 – SBT

A primeira edição da casa dos artistas, com o crazy Silvio Santos de host e elenco formado por Supla, Bárbara Paz, Patrícia Coelho, Alexandre Frota, Nany Gouveia é inesquecível. Viciei num grau ( ah vá) que fui para Fortaleza com meu irmão enquanto o programa estava no ar e voltava da praia todo dia à tarde para ver a meia-hora ao vivo. As votações malucas por telefone, as regras constantemente alteradas pelo Silvio e o casal fofo-maluquete Supla e Bárbara valiam cada segundo. A Globo deve até hoje se morder de inveja. Top! Tem uns vídeos no youtube pra quem estiver à toa…

Os Normais – TV Globo – 2001 a 2003

Os textos geniais de Alexandre Machado e Fernanda Young interpretados por Fernanda Torres e Luis Fernando só poderiam mesmo virar hit. Alegravam minhas sexta-feiras, teve dias que ri de doer a barriga. Era ótimo para ver com o namorado (marido). Passa até hoje ( reprise) no Multishow e sempre que consigo pegar um episódio faço questão de rever e rir mais um pouquinho

Lost- AXN/ Internet/ 2005 a 2010

Lost mudou completamente a minha relação com os seriados. Até então eu era uma espectadora, viciada algumas vezes, mas que aguardava o dia da exibição na televisão e nunca sequer tinha ouvido a palavra spoiler. A partir de Lost eu conheci sites sobre séries, aprendi a baixar da internet, descompactar legendas, entrar em fóruns de discussão e consegui assistir ao series finale ao vivo! Minha vida mudou! Virei nerd total. Apesar do final decepcionante, nada vai superar as emoções das três primeiras temporadas. É para ficar nos anais da História televisiva.

BBB – 2002 até hoje

Como boa tv junkie eu também assisto BBB, óbvio. Pay-per-view, site, a bagaça toda. Eu e meu marido costumamos dizer que é uma época do ano boa para economizar, porque a gente pára de sair pra ficar vendo Big Brother. Atualmente demoro mais para me apegar, resisto por vários dias, até não conseguir mais e me render. Além disso, o programa marcou minha vida por diversos motivos, mas não posso citar nenhum aqui se não meu marido me mata – e dessa vez com razão. Mas posso dizer que fui a uma eliminação e foi bem bacana. Janeiro de 2011 tá aí né, Bial?

 Quer morrer com o Jared Leto cantando Ramones ?

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